domingo, 28 de junho de 2015

Física e Química - Vídeo - Pensamentos e frases de Albert Einstein

sexta-feira, 26 de junho de 2015

Física e Química - Vídeo - Grandes questões sobre o Universo

quarta-feira, 24 de junho de 2015

Física e Química - Vídeo - Einstein - Teoria da Relatividade

sexta-feira, 19 de junho de 2015

Peixes ensinam a gerar electricidade

Cientistas da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, descobriram uma nova tecnologia para gerar electricidade a partir de correntes de água que se movem lentamente, como os rios em regiões sem quedas de água ou mesmo o movimento dos oceanos.

O equipamento, a que deram o nome de Vivace, nasceu da observação dos peixes e de como eles lidam com as turbulências para se movimentarem de forma eficiente. Essa nova forma de exploração da energia não depende de ondas, marés, turbinas e nem represas – apenas das vibrações induzidas pelos remoinhos.

O Vivace copia alguns aspectos da tecnologia dos peixes, que curvam os seus corpos para deslizar entre os vórtices criados à sua frente. Apenas recorrendo aos seus músculos não poderiam ser impulsionados através da água na velocidade em que nadam.

A simples presença do Vivace na corrente de água cria vórtices alternados acima e abaixo dele. Os vórtices empurram e puxam cada cilindro para cima e para baixo ao longo das suas molas. Esta energia mecânica é utilizada para accionar um gerador, que produz a electricidade.

C.M.

segunda-feira, 15 de junho de 2015

Física e Química - Vídeo - As 3 Leis de Newton

sexta-feira, 12 de junho de 2015

Novo elemento químico chama-se Copernício

A mais recente entrada para a tabela periódica de elementos químicos já tem nome. Chama-se Copernício e o seu símbolo químico é Cn.

Inicialmente conhecido como Unúnbio (Ununbium), o elemento químico descoberto em 1996 é o mais pesado da tabela periódica.

Este composto químico resulta da fusão de átomo de zinco -70 com átomo de chumbo -208, obtido através da acelaração de núcleos de zinco sobre um alvo de chumbo.
Apesar de ter sido reconhecido pela União Internacional de Química Pura e Aplicada (IUPAC), a 11 de Julho de 2009, só recentemente se de a confirmação oficial do seu nome.

Isabel Chaves

quarta-feira, 10 de junho de 2015

O problema do lítio primordial

Foi o notável luso-brasileiro José B. de Andrada e Silva (um dos mentores da independência do Brasil) que descobriu, numa ilha perto de Estocolmo, o minério petalite, importante fonte de lítio (Li). Em 1817, cerca de 17 anos depois da sua descoberta, ao estudar a petalite, o químico sueco J. Arfwedson identificava finalmente o lítio enquanto novo elemento químico.

Aquando da nucleossíntese primordial, cerca de três minutos depois do Big Bang, o Universo produzia sobretudo hidrogénio e hélio e diminutas quantidades de lítio e berílio. As previsões da nucleossíntese primordial registaram retumbante sucesso quando comparadas com as abundâncias observadas, excepto para o lítio, o que é conhecido como “problema do lítio primordial”.

Julga-se que as abundâncias actuais do isótopo 7Li resultam essencialmente da nucleossíntese primordial, pois a maioria das estrelas não produz grandes quantidades de lítio. Embora as reacções de fusão termonuclear da cadeia protão-protão possam produzir o elemento no interior estelar, este será rapidamente destruído pela reacção (p, α), ou seja, o lítio desaparece em favor da criação de partículas alfa (núcleos de hélio). Já nas reacções nucleares ocorridas, por exemplo, entre o 12C com raios cósmicos no meio inter­estelar, a produção de lítio vê-se aumentada significativamente, em particular a do isótopo 6Li. Assim, o lítio produzido pelos raios cósmicos acaba por se misturar com o meio interestelar e ulteriormente torna-se parte das estrelas. Além disso, algumas estrelas de carbono (que são estrelas de gerações mais recentes, envelhecidas e frias, que podem ser do tipo “gigante vermelha”) são particularmente ricas em lítio, com abundâncias muito superiores às das estrelas (pouco evoluí­das) das primeiras gerações, pobres em metais. Para testar a abundância primordial de lítio, há, pois, que observar as estrelas mais velhas da nossa galáxia, aquelas cuja composição é mais antiga e menos evolução sofreu. Acontece que essas medidas revelam abundâncias três a quatro vezes inferiores às previstas pela nucleossíntese primordial!

Entre as respostas para o problema, sugere-se que o lítio primordial foi gradualmente destruído nas estrelas mais velhas, ao difundir-se no seu interior. A eficiência de tais reac­ções nucleares responsáveis pelo desaparecimento gradual do lítio é, porém, ainda hoje alvo de debate, bem assim como a extensão da supostamente “reduzida” camada convectiva de estrelas pobres em metais, onde se dará a destruição do elemento. A juntar-se à complexidade do problema vem a recente descoberta (assente numa crescente amostra observacional) de que as estrelas que possuem exoplanetas apresentam abundâncias de lítio até cem vezes inferiores às das estrelas sem planetas. Isto poderá justificar a muito baixa abundância de lítio no Sol, conforme argumenta a equipa que inclui o português Nuno Santos. Não é claro, porém, como a presença de planetas afecta a destruição de lítio na estrela ou no sistema planetário.

Não existindo ainda uma resposta robusta para todo o problema, uma equipa de astrofísicos sul-africanos sugeriu recentemente uma solução “mais simples”, na mesma linha de ideias que viola o Princípio de Copérnico, conforme referido na ultima crónica. Se o Universo não for homogéneo e isotrópico localmente, se vivermos num vazio relativo local, então quer as baixas abundâncias de lítio primordial quer a aparente aceleração da expansão do Universo poderão encontrar soluções em tais modelos “vazios”, evitando-se a necessidade da existência de energia escura.

Super Interessante

sábado, 6 de junho de 2015

Especialista ‘tranquiliza’ alunos do IST

Michelangelo Mangano, físico teórico do Centro Europeu de Investigação Nuclear (CERN), esteve ontem no I. S. Técnico, onde deu uma aula sobre a física realizada no maior acelerador de partículas do Mundo. Michelangelo apresentou argumentos que “garantem a segurança de toda a experiência”.


“Os cépticos têm de confiar nos profissionais que estudam estes fenómenos. Desde a sua formação que a Terra é atingida por raios cósmicos e ainda não desapareceu. Logo, é totalmente seguro”, afirmou. João Varela, investigador português do CERN, também esteve presente.

A.P.

quinta-feira, 4 de junho de 2015

CERN lança site para audiência entre os 7 e os 12 anos

O Laboratório Europeu de Física de Partículas conhecido por CERN (Centro Europeu para a Investigação Nuclear), onde se encontra o célebre acelerador de partículas LHC, lançou hoje um novo site dirigido aos mais novos. Chama-se CERNland e foi desenvolvido para assinalar os 20 anos da organização europeia. Entre outros "iscos" para atrair a atenção dos mais novos, o site (http://www.cern.ch/cernland) dispõe de jogos de vídeo. filmes e oferece a possibilidade de downloads, entre outras aplicações de multimédia.

O site é pesado e pode demorar um pouco a carregar. É que são muitos jogos e brincadeiras para ajudar os mais pequenos a aprender ciência de forma mais fácil e rápida. Sempre com ajudas preciosas do CERN. Um exemplo: O "Super Bob" que nos ajuda no desafio do grande acelerador.

Porque a sociedade precisa cada vez mais de físicos e eles são cada vez menos nos cursos universitários, o alvo do CERN são os mais novos. "A sociedade precisa de mais físicos a trabalhar para uma série de indústrias e a forma de captar estas pessoas é envolvê-las desde cedo no tipo de descobertas científicas que fazemos aqui no CERN, que trata de algumas das mais fundamentais questões do Universo", constata o director do CERN, Rolf Heuer, no comunicado enviado hoje

O veterano da Web Robert Cailliau, que trabalha nesta área há cerca de 20 anos, é o responsável pelo site que contou ainda com a colaboração de profissionais da área da educação e a participação de alguns jovens que testaram esta nova ferramenta e contribuíram para o seu desenho final.




Público

terça-feira, 2 de junho de 2015

E se os riscos do carro desaparecessem com uns raios de sol?

Quando os resultados de alguns projectos científicos são divulgados coloca-se frequentemente a pergunta: "Mas, afinal, para que é que isso serve?" Neste caso, a resposta para essa questão é fácil. Um grupo de investigadores desenvolveu um produto que repara os riscos num carro quando este é exposto à luz do sol. O revestimento poderá ser aplicado a outros produtos.

Desenvolvemos um material poliuretano que tem a capacidade de se auto-reparar com a exposição ao sol", afirmou à Reuters Marek Urban, da University of Southern Mississippi em Hattiesburg e autor do estudo publicado na Science . "Basicamente, se for feito um risco esse risco desaparece com a exposição ao sol", diz Urban numa entrevista no site da revista. O produto criado recorreu a uma substância encontrada no exosqueleto de animais marinhos como camarão e caranguejo chamada quitosana. Esta substância é incorporada em materiais de poliuretano tradicionais, como os usados noutros revestimentos para proteger a tinta. Quando um risco acontece e danifica a estrutura química da tinta, a quitosana responde aos raios ultravioleta e forma cadeias que se unem a outras materiais na substância e, aparentemente, conseguem o efeito de eliminar o risco. O processo pode demorar menos de uma hora.

O investigador principal refere que o facto deste produto se basear em materiais facilmente disponíveis poderá oferecer várias vantagens em comparação a outras substâncias usadas para reparar tintas que são "consideravelmente elaboradas e economicamente inviáveis". A equipa de investigadores testou as capacidades deste produto recorrendo a uma lâmina de barbear usada para desenhar um risco fino num carro. "Ainda não fizemos testes para avaliar a largura que este risco pode ter", avisa Marek Urban, acrescentando ainda que a experiência revelou que o produto não resulta em riscos repetitivos, ou seja, o risco apenas pode ser reparado um vez no mesmo local. "Obviamente este é uma das desvantagens", admite, adiantando, no entanto, que a possibilidade de termos dois riscos no exacto mesmo sítio é baixa. Entretanto, o investigador nota ainda que este produto poderá ser usado em embalagens em mobília ou qualquer outra coisa que necessite deste tipo de manutenção.
Público
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