Espaço de ajuda aos alunos da disciplina de Física e Química, do 3º ciclo ao Ensino Secundário.Disponibilizamos powerpoints, fichas de trabalho, fichas de avaliação, planificações, notícias, conteúdos, imagens, vídeos, etc...
quinta-feira, 8 de outubro de 2015
terça-feira, 6 de outubro de 2015
domingo, 4 de outubro de 2015
quinta-feira, 1 de outubro de 2015
Notícia - Carbono no centro da Via Láctea

Desde há muito que os astrónomos se interrogavam por que é que os seus telescópios nunca haviam detectado carbono em estrelas no centro da Via Láctea, apesar de muitas outras terem sido identificadas com o elemento químico básico da vida noutras regiões da galáxia.
O mistério acaba de ser desvendado, graças ao telescópio espacial Spitzer. Descobriu que, afinal, há estrelas ricas em carbono no centro da galáxia, ampliando, assim, o conhecimento a respeito de como as estrelas formaram e formam elementos pesados, como oxigénio, carbono e ferro, e depois os libertam pelo Universo. Processo esse que tornou possível o desenvolvimento da vida.
A poeira em torno das estrelas emite um sinal muito forte na frequência da radiação infravermelha e, com a ajuda da espectrografia do Spitzer, foi possível determinar se o material que a estrela devolve ao meio interestelar é rico em carbono ou oxigénio.
Os pesquisadores, que publicaram os resultados em artigo na revista ‘Astronomy & Astrophysics’, analisaram as luzes emitidas por 40 nebulosas planetárias.
terça-feira, 29 de setembro de 2015
Notícia - Europa constrói a nave do futuro
Chegar ao Espaço nunca foi simples. É necessário um exército de milhares de pessoas para enviar um vaivém, fazê-lo aterrar com segurança e restaurá-lo para um novo voo.Por isso, a Agência Espacial Europeia (ESA) decidiu agora apostar numa tecnologia com a qual se sonha desde o início da exploração espacial: uma nave capaz de descolar de um aeroporto, como um avião comum, tornando-se um foguete tradicional assim que ultrapassa os limites da atmosfera mais densa, entra em órbita e volta ao solo na mesma pista de onde descolou.
A empresa inglesa Reaction Engines foi contratada para desenvolver as primeiras peças do Sabre, motor revolucionário que deverá equipar a nave, baptizada ‘Skylon’.
O Sabre é um motor híbrido inédito capaz de aspirar o ar enquanto está na atmosfera, como um motor a jacto, tornando-se um foguete quando atinge o Espaço.
domingo, 27 de setembro de 2015
Notícia - 500 astronautas no Espaço
Passaram 48 anos desde que o Mundo foi surpreendido pela difusão de uma extraordinária notícia: o Homem estava, pela primeira, vez no Espaço. Efectivamente, foi no dia 12 de Abril de 1961 que a nave soviética ‘Vostok’, levando a bordo Yuri Gagarin, deixou a Terra e durante 108 minutos – o tempo de uma órbita em torno do Planeta – passeou pelo quase desconhecido.Nessa altura já tinham sido dados os primeiros passos na investigação espacial, com o lançamento, no final de 1957, de dois satélites soviéticos, um deles com a cadela Laika, o primeiro ser vivo a ir para o Espaço. Todavia, ainda nenhum homem havia lá estado e Yuri Gagarin deveria dar respostas a perguntas, tais como se o Homem podia viver, trabalhar e orientar-se no Espaço e manejar os sistemas das naves espaciais.
O seu voo iniciou uma nova era na conquista do Espaço, por isso 12 de Abril atingiu importância internacional, tornando-se o Dia Internacional da Aviação e Cosmonáutica.
A disputa entre os EUA e União Soviética (URSS) pela conquista do Espaço foi o grande impulso para a exploração espacial e resultou em grandes avanços científicos e tecnológicos.
Acabada a Guerra Fria, que opunha essas duas grandes potências mundiais, e na continuidade das operações Mir e Skylab e do planeado Columbus europeu, nasceu, em 1998, a Estação Espacial Internacional (ISS), actualmente ainda em construção, que representa a permanência humana no Espaço e, sobretudo, a cooperação internacional desejada na conquista espacial sem desperdício inútil de esforços e de dinheiro.
A maior aventura já empreendida pelo Homem tem alguns marcos e devemo-lo sobretudo à coragem dos astronautas, cosmonautas (na designação russa) e taikonautas (na versão chinesa) – 493 até hoje – feitos em tudo semelhantes à dos navegadores portugueses quando se lançaram nas desconhecidas travessias oceânicas do século XV.
Mário Gil
sexta-feira, 25 de setembro de 2015
Notícia - Fragmentos de meteorito ajudam Ciência
Um meteorito do tamanho de um automóvel que explodiu no deserto de Nubie, no Sudão, em Outubro, fornece uma ocasião única aos geofísicos para determinarem qual o astro do qual o asteróide se desmembrou.Chamado 2008 TC3, ou Almahata Sitta, este meteorito foi visto a 6 de Outubro e seguido por milhares de telescópios antes de explodir, no dia seguinte. Uma expedição imediatamente montada pelo Instituto de Investigação de Inteligência Extra-Terrestre da Califórnia e pela Universidade de Cartum permitiu encontrar 47 fragmentos, com um peso total de 3,95 quilos.
Pela primeira vez, os cientistas possuem resultados das observações de um corpo celeste no Espaço, por espectrografia, e análises de laboratório dos fragmentos deste mesmo asteróide, o que permite lançar a investigação para determinar de que astro o meteorito se separou e saber, por conseguinte, a sua composição.
Lusa
quarta-feira, 23 de setembro de 2015
Notícia - Cientistas descobrem novo exoplaneta
Cientistas revelaram na terça-feira a descoberta do mais pequeno planeta fora do sistema solar (exoplaneta) que se conhece e localizaram o primeiro exoplaneta que pode estar coberto por um vasto oceano, ambos situados no mesmo sistema estelar.A equipa do Observatório de Genebra, dirigida por Michael Mayor, descobriu um planeta cuja massa é apenas o dobro da do planeta Terra, o que faz dele o mais pequeno exoplaneta entre os 350 descobertos até hoje, segundo um comunicado da ESO, a organização europeia para a investigação astronómica a partir do Hemisfério Sul.
Este planeta, baptizado de “Gliese 581 e”, foi descoberto devido a investigações realizadas a partir do espectógrafo HARPS, ligado a um telescópio de 3,6 metros de comprimento da ESO instalado em La Silla, no Chile.
segunda-feira, 21 de setembro de 2015
Notícia - Cientistas procuram nono planeta
Baseados em simulações de computador, cientistas japoneses da Universidade de Kobe dizem estar convencidos de que existe um nono planeta, até agora desconhecido, que gravita nos confins do nosso Sistema Solar e que algum dia será descoberto.A longa busca pelo planeta X, que tem alimentado algumas teorias apocalípticas, levou à descoberta de Plutão, mas este planeta acabou por não ser considerado o X porque a sua massa (de apenas 1/455 vezes a da Terra) não era suficiente para explicar as irregularidades então registadas na órbita de Neptuno – as estimativas para o planeta X apontavam para valores de 50 vezes a massa terrestre.
A comunidade científica decidiu, em 2006, excluir Plutão da lista de planetas de nosso Sistema Solar, rebaixado-o à categoria de planeta-anão. Além dos seus oito planetas, o Sol é circundado por alguns corpos grandes, agora chamados plutóides – como é o caso de Sedna, descoberto em 2004, ou Quaoar, descoberto em 2002 –, e por uma infinidade de corpos celestes menores, principalmente numa região denominada Cinturão de Kuiper, que se estende entre 30 e 50 Unidades Astronómicas (1 UA equivale à distância entre a Terra e o Sol).
Se existir, o Planeta X poderá estar a uma distância até 100 UA. O seu brilho deve ser tão fraco que nenhum equipamento o conseguiria captar. A solução pode estar no Pan-STARRS, projecto destinado a monitorizar os céus em busca de asteróides em rota de colisão com a Terra, que entrará em operação já em 2010.
Desde que começou a busca pelo Planeta X, no início do século XX, a possibilidade existir um hipotético planeta a orbitar o Sol além do Cinturão de Kuiper tem alimentado teorias apocalípticas: diz-se que o letal planeta viajará numa excêntrica órbita para causar um caos gravitacional na Terra, com danos ambientais, geológicos e sociais, e matar grande parte da vida terrestre. Tudo com data marcada: 2012, precisamente a data final do calendário maia. Mas há ainda outras teorias para o fim do mundo.
Mário Gil
sábado, 19 de setembro de 2015
Notícia - Primeiro simulador do fundo marinho
Cientistas alemães do Instituto Fraunhofer criaram um sistema de realidade ampliada (sistema que cria uma realidade virtual que pode ser justaposta com cenas reais) para ser utilizado sob a água.Utilizando uma máscara especial, um mergulhador pode ver recifes de coral, plantas e animais marinhos sobre o fundo de uma piscina comum. Os pesquisadores esperam que o sistema possa ser utilizado para o treino de mergulhadores profissionais.
O principal componente deste que é o primeiro equipamento de realidade virtual para uso aquático é um ecrã à prova de água, que fica em frente à máscara do mergulhador.
O ecrã permite que o mergulhador veja o ambiente virtual com todos os objectos virtuais sobrepostos sobre o ambiente real em que ele está mergulhado.
O processamento do sistema de realidade virtual fica a cargo de um mini-PC que o mergulhador leva na mochila. Uma câmara de vídeo localizada na sua cabeça fornece ao sistema os marcadores do ambiente aquático necessários para que as imagens virtuais sejam projectadas na posição correcta.
quinta-feira, 17 de setembro de 2015
Notícia - Fragmentos de meteorito ajudam Ciência
Um meteorito do tamanho de um automóvel que explodiu no deserto de Nubie, no Sudão, em Outubro, fornece uma ocasião única aos geofísicos para determinarem qual o astro do qual o asteróide se desmembrou.Chamado 2008 TC3, ou Almahata Sitta, este meteorito foi visto a 6 de Outubro e seguido por milhares de telescópios antes de explodir, no dia seguinte. Uma expedição imediatamente montada pelo Instituto de Investigação de Inteligência Extra-Terrestre da Califórnia e pela Universidade de Cartum permitiu encontrar 47 fragmentos, com um peso total de 3,95 quilos.
Pela primeira vez, os cientistas possuem resultados das observações de um corpo celeste no Espaço, por espectrografia, e análises de laboratório dos fragmentos deste mesmo asteróide, o que permite lançar a investigação para determinar de que astro o meteorito se separou e saber, por conseguinte, a sua composição.
Lusa
terça-feira, 15 de setembro de 2015
Notícia - 500 astronautas no Espaço
Passaram 48 anos desde que o Mundo foi surpreendido pela difusão de uma extraordinária notícia: o Homem estava, pela primeira, vez no Espaço. Efectivamente, foi no dia 12 de Abril de 1961 que a nave soviética ‘Vostok’, levando a bordo Yuri Gagarin, deixou a Terra e durante 108 minutos – o tempo de uma órbita em torno do Planeta – passeou pelo quase desconhecido.Nessa altura já tinham sido dados os primeiros passos na investigação espacial, com o lançamento, no final de 1957, de dois satélites soviéticos, um deles com a cadela Laika, o primeiro ser vivo a ir para o Espaço. Todavia, ainda nenhum homem havia lá estado e Yuri Gagarin deveria dar respostas a perguntas, tais como se o Homem podia viver, trabalhar e orientar-se no Espaço e manejar os sistemas das naves espaciais.
O seu voo iniciou uma nova era na conquista do Espaço, por isso 12 de Abril atingiu importância internacional, tornando-se o Dia Internacional da Aviação e Cosmonáutica.
A disputa entre os EUA e União Soviética (URSS) pela conquista do Espaço foi o grande impulso para a exploração espacial e resultou em grandes avanços científicos e tecnológicos.
Acabada a Guerra Fria, que opunha essas duas grandes potências mundiais, e na continuidade das operações Mir e Skylab e do planeado Columbus europeu, nasceu, em 1998, a Estação Espacial Internacional (ISS), actualmente ainda em construção, que representa a permanência humana no Espaço e, sobretudo, a cooperação internacional desejada na conquista espacial sem desperdício inútil de esforços e de dinheiro.
A maior aventura já empreendida pelo Homem tem alguns marcos e devemo-lo sobretudo à coragem dos astronautas, cosmonautas (na designação russa) e taikonautas (na versão chinesa) – 493 até hoje – feitos em tudo semelhantes à dos navegadores portugueses quando se lançaram nas desconhecidas travessias oceânicas do século XV.
Mário Gil
domingo, 13 de setembro de 2015
sexta-feira, 11 de setembro de 2015
Notícia - Já começou o primeiro passeio espacial para reparar o Hubble

A mais de 600 quilómetros de altitude sobre a Austrália, os astronautas do vaivém Atlantis começaram já a trabalhar para pôr de novo o telescópio espacial Hubble em forma. Ancoraram o telescópio de 10 metros de comprimento ao compartimento de carga do vaivém, usando o braço robótico da nave, para uma primeira análise.
A primeira saída dos astronautas para fora do vaivém, para começar a meter as mãos na massa nas reparações do Hubble, está agora a começar. Será Grunsfeld, de 50 anos, e o geólogo Drew Feustel, de 43 anos, que faz a sua primeira viagem espacial.
“Este velhinho com 19 anos de espaço ainda está numa forma fantástica”, comentou o astronauta John Grunsfeld, que não é nenhum novato: já participou em duas outras missões para fazer as reparações necessárias para que o Hubble continue a ser o olho da humanidade no Universo, e já fez cinco passeios espaciais para pôr o telescópio em forma.
O exterior do telescópio foi ainda ontem à noite inspeccionado com câmaras instaladas no braço robótico do vaivém – apesar do desgaste da radiação ultravioleta e de vários impactos de detritos espaciais, o Hubble nem está assim em tão mau estado.
Hoje, os astronautas vão remover uma das câmaras do Hubble, para a actualizar e colocar novo equipamento. Vão ter de se empoleirar no braço robótico do vaivém, e instalar protecções para evitar que os painéis solares do telescópio sofram com as vibrações dos trabalhos de recuperação.
quarta-feira, 9 de setembro de 2015
Notícia - Estrela gigante de Orion encolhe
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A supergigante e vermelha Betelgeuse, na constelação de Orion, a 600 anos-luz da Terra, é uma das estrelas mais brilhantes no céu sobre a Terra e tem um diâmetro estimado em 900 vezes o do Sol e luminosidade 15 mil vezes. É tão imponente que, se estivesse no centro do Sistema Solar, se estenderia além da órbita de Júpiter.
No entanto, de acordo com um novo estudo feito na Universidade da Califórnia, em Berkeley, nos Estados Unidos, Betelgeuse está a encolher muito rapidamente, tendo perdido 15% do tamanho nos últimos 15 anos. A conclusão veio após um longo monitoramento feito com a ajuda de um interferómetro de infravermelho instalado no topo do monte Wilson, na Califórnia.
Alguns cientistas estimam que Betelgeuse poderá explodir e tornar-se uma supernova dentro de alguns milhares de anos.
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