Espaço de ajuda aos alunos da disciplina de Física e Química, do 3º ciclo ao Ensino Secundário.Disponibilizamos powerpoints, fichas de trabalho, fichas de avaliação, planificações, notícias, conteúdos, imagens, vídeos, etc...
segunda-feira, 16 de novembro de 2015
sábado, 14 de novembro de 2015
quinta-feira, 12 de novembro de 2015
terça-feira, 10 de novembro de 2015
quinta-feira, 5 de novembro de 2015
Notícia - "100 horas de Astronomia!" querem reunir o máximo de pessoas à volta do céu

Sair de casa, olhar através de um telescópio e sentir que fazemos parte de um planeta é o que se espera que as “100 Horas de Astronomia” consigam fazer. A partir de amanhã, dia 2 de Abril, e até domingo, 137 países, 80 observatórios mundiais e a Internet vão estar ligados nesta iniciativa para aproximar as pessoas da ciência que estuda o Universo.
A ideia é “levar a Astronomia a todo o mundo, em diversos eventos, para que as pessoas tenham oportunidade de vivê-la em várias vertentes, de uma forma concentrada”, disse por telefone ao PÚBLICO a co-coordenadora nacional do projecto, Nelma Alas Silva.
A iniciativa está integrada no Ano Internacional da Astronomia (AIA2009). Se as actividades ao longo do ano perfazem uma maratona para a divulgação e experimentação da Astronomia, os próximos quatro dias vão ser os “100 metros de velocidade”, revela Nelma Silva. Segundo Pedro Russo, português e coordenador internacional do AIA2009, o site internacional já reuniu mais de 2000 registos que anunciam iniciativas a decorrer em vários países.
Por cá, a oferta atinge todo o continente e os Açores. “Temos observações [com telescópios] que vão desde Trás-os-Montes, Algarve, aos Açores. Localidades que não são centrais”, explicou a coordenadora.
Fotografar o espaço a partir de casa
“O nosso objectivo principal é pôr o máximo de pessoas possível a olhar para os telescópios”, sublinhou Pedro Russo ao PÚBLICO, por telefone. No site português do “100 Horas de Astronomia” estão descritas todas as iniciativas de observações telescópicas associadas a várias localidades do país. A observação do Sol, que é feita de dia, também vai ser uma aposta recorrente em vários locais. Mas quem preferir pode ir a palestras como a que decorre no sábado, no Porto, sobre a Astronomia nos Andes ou levar os filhos a passar a noite no planetário de Espinho.
Para os que ficarem em casa, o serão não tem de ser menos activo. Estão reservados nove observatórios em todo o mundo exclusivamente para quem quiser tirar fotografias ao espaço. Basta fazer um registo e pode-se comandar os telescópios através da Internet. “Percebe-se o conceito de recolher imagens na Astronomia”, diz Pedro Russo, acrescentando que se tiver tempo, gostaria de fotografar uma galáxia, porque “são sempre objectos que escondem muitos segredos”. Mas a objectiva pode ficar apontada para bem mais perto e fotografar a Lua, Saturno ou o Sol.
Sexta-feira arranca a iniciativa "Volta ao Mundo em 80 Telescópios" que vai durar 24 horas sem parar. “A ideia principal é mostrar o que é trabalhar num telescópio, o que é o dia-a-dia dos astrónomos”, disse Pedro Russo. De 20 em 20 minutos, um destes 80 observatórios fica disponível na Internet, e mostra o que está a acontecer lá dentro, quem são os astrónomos, o que se observa, quais os instrumentos que se utilizam e que perguntas estão a tentar responder.
João Alves, director do Observatório de Calar Alto (que fica a 2150 metros de altitude, em Almeria, na Andaluzia, em Espanha) revelou que, durante a emissão, o observatório vai estar cheio de alunos. “Vamos ter um grupo de estudantes [dos últimos anos do ensino secundário na área de Ciências] que estão a fazer o trabalho de iniciação à investigação”, disse por telefone ao PÚBLICO, acrescentando que a ligação entre o observatório e o ensino é uma iniciativa recente que está a ter imensa adesão das escolas.
Durante os 15 minutos de emissão (em inglês), que se inicia às 23h00 (de Lisboa) de sexta-feira, os astrónomos vão responder a várias questões. “No fundo, é aproximar o observatório das pessoas. Como é o seu dia-a-dia, o que move as pessoas para passar uma semana no cimo da montanha”, reflectiu o português, que está surpreso com o envolvimento que o público tem tido durante o AIA2009.
O astrónomo revelou que vai estar “completamente ligado à Internet” durante a experiência. Segundo João Alves, ninguém se apercebe da poluição luminosa que vai aumentando e que está a “isolar-nos do Universo”. Estas iniciativas são importantes para “a nossa experiência humana, para as pessoas sentirem que fazem parte de um planeta”, assegurou.
terça-feira, 3 de novembro de 2015
Notícia - Agência Espacial Europeia procura parceiros para detectar lixo espacial

A Agência Espacial Europeia (ESA) espera começar a vigiar o lixo em órbita da Terra nos próximos anos. “O objectivo é começar a oferecer serviços, nos próximos dois ou três anos, que dêem o alerta quando há riscos de colisão”, com satélites ou até com a Estação Espacial Internacional, adiantou Nicolas Bobrinsky, do Centro de Operações Espaciais da ESA em Darmstadt, na Alemanha. A ideia agora é tentar encontrar parceiros privados para investir nestes projectos.
Este é uma das notícias que saíram da V Conferência Europeia sobre Lixo Espacial, que decorreu em Darmstadt, juntando especialistas de 21 países. “Foi a maior conferência de sempre dedicada a este assunto”, diz um comunicado da ESA. Talvez tenham contribuído para esta assistência recorde o alerta recentemente lançado para a Estação Espacial Internacional (ISS), em que os três astronautas a bordo se refugiaram na cápsula Soiuz, devido à aproximação de um pedaço de lixo orbital que poderia fazer estragos, até à colisão entre satélites em órbita, um norte-americano e outro russo.
O lixo em órbita é um pouco de tudo o que os homens mandaram para o espaço, desde que o primeiro satélite artificial, o Sputnik, foi lançado pela União Soviética, a 4 de Outubro de 1957. Há até uma luva de astronauta em órbita, mas muitos destes detritos são pedaços de satélites, e até fragmentos de ferrugem. Alguns detritos são muito pequeninos, mas mesmo assim colocam um grande risco: um buraquinho numa parede de um dos módulos da estação espacial russa Mir, destruída a 23 de Março 2001 (foi deixada cair no Pacífico), obrigou a encerrar essa parte da plataforma orbital durante meses, até que pudesse ser remendado o furo. Para o fazer, teve de entrar lá um cosmonauta russo, fardado como se estivesse a fazer uma saída para o espaço, armado com ferramentas e material para tratar do estrago.
Os cientistas e engenheiros espaciais estão cada vez mais preocupados com esta poeira de lixo que rodeia o planeta.
Hoje em dia, os alertas sobre fragmentos que passam demasiado próximo de satélites e da ISS são dados pelos Estados Unidos, que vigiam o lixo espacial através de radares em terra. A precisão dos seus alertas é de cerca de 100 metros, e conseguem detectar detritos que têm até um centímetro – “o que é o limite que suportam as protecções nas naves e satélites”, comentou Heiner Klinkrad, o principal especialista em lixo espacial da ESA, citado pela agência noticiosa AFP.
A capacidade da ESA é hoje em dia muito mais limitada: não consegue detectar fragmentos de lixo com menos de um metro de diâmetro, e a precisão é de apenas um quilómetro. Mas a agência europeia quer mesmo investir em melhorar as suas capacidades.
Durante o último ano, têm-se feito testes em três laboratórios ligados à ESA: num radar em Wachtberg, no noroeste da Alemanha, num radiotelescópio de 100 metros em Effelsberg, também na Alemanha, e numa rede de estações de radar, chamada Eiscat, na Finlândia, na Noruega e na Suécia. “Usando as capacidades destas instalações, poderíamos detectar objectos com um centímetro de diâmetro em órbitas baixas e seguir a rota daqueles que tivessem quatro centímetros ou mais”, disse Klinkrad, citado pela AFP.
Existem cerca de 600 mil objectos com mais que um centímetro em órbita do planeta, dos quais 13 mil têm mais que dez centímetros, diz a ESA. Estes detritos podem levar anos, décadas ou até mais até que a gravidade da Terra os puxe para entrarem na atmosfera, onde ardem. As piores zonas de poluição espacial são a da órbita baixa (entre 800 e 1500 quilómetros de altitude), e na zona da órbita geoestacionária (35 mil quilómetros de altitude). A ISS, em princípio, não fica na zona pior: orbita a cerca de 350 quilómetros de altitude.
domingo, 1 de novembro de 2015
Notícia - Sonda da ESA lançada com sucesso a partir de cosmódromo russo
A sonda Goce, da Agência Espacial Europeia (ESA), foi lançada hoje com sucesso e já se separou do foguetão que a enviou para o espaço. A Goce saiu do Cosmódromo russo de Plesetsk, no Norte do país, às 14h21 (hora de Lisboa).A Goce vai analisar as variações gravitacionais da Terra, permitindo aos cientistas aprofundar o conhecimento da estrutura do planeta e proporcionar detalhes acerca dos movimentos oceânicos. O satélite faz parte de um conjunto de sondas que vão estudar a Terra.
“Temos financiamento para 24 satélites preparados para serem lançados durante a próxima década, algo como mil milhões de euros a despender por ano”, disse Stephen Briggs, o director do departamento de ciências de observação terrestre da ESA. “Isto permite-nos ter um papel maior, a nível mundial, em proporcionar um sistema global de observação da Terra”, disse o cientista à BBC News.
A Goce vai ficar a 263 quilómetros de altitude para medir as pequenas variações na gravidade terrestre. Ao ficar a conhecer as mudanças gravitacionais do planeta poderá seguir a direcção e a velocidade das correntes oceânicas e assim perceber como é que os oceanos transportam o calor pelo globo. Com esta informação é possível melhorar-se os modelos informáticos que prevêem as alterações climáticas.
As medições vão ter início em Agosto.
sexta-feira, 30 de outubro de 2015
Notícia - Supernova cria estrela de quarks
A 23 de Fevereiro de 1987 foi detectada a explosão de uma supernova (morte de uma estrela supermassiva) na Grande Nuvem de Magalhães (uma galáxia satélite da nossa, a 160 mil anos-luz) que recebeu o nome de SN 1987A. Devido à sua proximidade, esta é a supernova mais estudada desde sempre.Nessa época já se contava com instrumentos avançados, que permitiram, por exemplo, medir o fluxo de neutrinos da explosão. Fenómeno que se havia previsto e que não se tinha comprovado experimentalmente até então. A explosão de uma supernova pode expulsar para o espaço até 9/10 da matéria da estrela. O núcleo remanescente tem massa superior a 1,5 massas solares, a pressão de degenerescência dos electrões não é suficiente para manter o núcleo estável e os electrões entram em colapso com o núcleo, chocando com os protões e dando origem a neutrões: o resultado seria uma estrela composta de neutrões.
Mas, pelo que afirmam cientistas de Hong Kong, durante o colapso, os neutrões dividiram-se nos seus constituintes elementares, isto é, quarks, e estes formaram um objecto raro ainda mais pequeno e ultradenso do que uma estrela de neutrões: uma estrela de quarks.
quarta-feira, 28 de outubro de 2015
Notícia - NASA lançou com sucesso o vaivém espacial Discovery
A Agência Espacial Norte-Americana (NASA) conseguiu finalmente lançar esta noite o vaivém espacial Discovery, que levará sete astronautas até à Estação Espacial Internacional (ISS, sigla em inglês). Este lançamento tinha sido adiado na quarta-feira, quando foi detectada uma fuga de hidrogénio numa das válvulas do tanque de combustível externo do vaivém.O lançamento deu-se como previsto às 19h43 locais (23h43 em Lisboa) do Centro Espacial Kennedy na Florida.
As condições meteorológicas são encorajadoras, com 80 por cento de possibilidades de um tempo favorável.
“Fizemos tudo o que podíamos, ou seja, substituímos as peças (potencialmente suspeitas) e veremos se se trata, ou não, de um problema de alinhamento”, explicou Mike Moses, responsável pela equipa que organiza esta missão, em conferência de imprensa.
Antes do lançamento, Mike Moses, responsável pela equipa que organiza esta missão, garantiu que não existe perigo para a tripulação que seguirá no Discovery.
Uma equipa de engenheiros instalou novas válvulas, esperando que assim consigam resolver o problema que obrigou ao adiamento da primeira tentativa de lançamento, na quarta-feira.
Mas até agora, os técnicos ainda não conseguiram encontrar a causa exacta da fuga de hidrogénio.
“Fiquei um pouco surpreendido por não termos encontrado nada mais óbvio, porque era uma fuga significativa”, comentou ontem o director de lançamentos Mike Leinbach aos jornalistas.
O lançamento do vaivém esta noite implica uma redução na duração da missão de 14 para 13 dias e vai forçar a NASA a eliminar a quarta saída espacial que estava prevista. Mas, segundo Moses, isso não vai afectar os objectivos da missão.
O Discovery foi assim o primeiro vaivém espacial a ser lançado este ano. Permitirá entregar e instalar o quarto e último par de antenas solares na ISS. A estação terá então toda a potência eléctrica necessária para as experiências científicas dos laboratórios europeu Columbus e japonês Kobi, acrescentados à ISS em 2008. Além disso, a estação passará a poder duplicar o número de “hóspedes” permanentes, para um total de seis pessoas.
Ainda estão previstos nove voos até 30 de Setembro de 2010, data em que a frota de vaivéns norte-americanos entra para a reforma, para concluir a construção da ISS, efectuar uma última missão do telescópio espacial Hubble e realizar experiências científicas
segunda-feira, 26 de outubro de 2015
Notícia - Colisões de partículas previstas para Outubro
O maior acelerador de partículas do Mundo – Grande Colisionador de Partículas (LHC) do Centro Europeu de Investigação Nuclear (CERN) – recomeça a funcionar em Setembro, prevendo-se as primeiras colisões para Outubro.O LHC está parado desde Setembro de 2008, na sequência de uma avaria registada oito dias após a entrada em funcionamento. Segundo Ana Henriques, especialista em física de altas energias, a estrutura ficará a funcionar até ao Outono de 2010, estando prevista uma paragem no Natal.
O objectivo do LHC é simular os primeiros milésimos de segundo do Universo, há cerca de 13,7 mil milhões de anos, sendo já considerada a maior experiência do século. "Os primeiros resultados deverão ser divulgados em 2010", pode ler--se no comunicado do CERN.
A.P.
sábado, 24 de outubro de 2015
Notícia - Robôs vão superar-nos em 2050
Há quem afirme que já existem mais robôs do que pessoas, considerando o ritmo acelerado da sua produção. As vendas de robôs de serviço pessoal e profissional têm crescido desde o virar do século e devem atingir os 5,5 milhões este ano. Até 2011, esse número deverá duplicar e chegar aos 11,5 milhões.A esta velocidade é provável que, num futuro não muito distante, os robôs sejam usados da mesma forma que hoje são utilizados os computadores pessoais. Tal progresso exigirá a produção de máquinas muito mais inteligentes e autónomas do que é possível construir na actualidade.
As máquinas de hoje são ainda um milhão de vezes mais simples do que o cérebro humano – uma das razões que justificam o facto de não possuírem as singulares qualidades de uma pessoa. Ainda não têm, por exemplo, a nossa habilidade de entender os outros ou de responder apropriadamente a emoções.
Será necessária uma tecnologia da complexidade do cérebro humano para criar entidades que possuam tais características.
INTELIGÊNCIA LIMITADA
Por agora, as máquinas têm uma inteligência específica confinada e restringida à execução de determinadas tarefas – apesar de ser, em alguns casos, superior à humana, como na rápida execução de complexos cálculos matemáticos.
Na hora de construir inteligências artificiais, o Homem goza de muito maior liberdade do que aquela que a Natureza teve quando ‘construiu’ o ser humano: podem estar completamente libertas das restrições e limitações da organização mental humana.
Para que um andróide desenvolva uma inteligência parecida à do Homem, é muito provável que necessite de algumas das suas supostas ‘debilidades’, como o egoísmo e a ambição. Os cientistas acreditam que em 2050 os cérebros robóticos irão competir com a inteligência humana, executando cem triliões de instruções por segundo.
AUTÓNOMOS
Na Medicina, na Aeronáutica, na Indústria, na Defesa e em tantas outras áreas, os robôs da actualidade já desempenham tarefas por conta própria sem intervenção humana. Estão cada vez mais presentes e ‘inteligentes’ no dia a dia de uma sociedade.
Pesquisas sobre o desempenho dos robôs domésticos conduzidas nos Estados Unidos e no Japão mostram que as crianças criam fortes laços com as máquinas, ao ponto de preferirem, na maioria dos casos, um robô a um ursinho de pelúcia.
AS TRÊS LEIS DA ROBÓTICA DE ASIMOV
Na ficção científica, já existem, há mais de 60 anos, as famosas leis da robótica, directrizes criadas pelo escritor russo Isaac Asimov que ditavam a ‘ética’ dos robôs para evitar que fossem mal utilizados. As três leis são as seguintes:
Primeira Lei: Um robô não pode ferir um ser humano ou permitir que um ser humano seja ferido.
Segunda Lei: Um robô deve obedecer às ordens dos seres humanos, excepto quando elas entrem em conflito com a Primeira Lei.
Terceira Lei: Um robô precisa de proteger a sua própria existência, contanto que ela não entre em conflito com a Primeira ou Segunda leis.
SAIBA MAIS
TERCEIRA GERAÇÃO
A terceira geração de robôs terá ‘cérebros’ computadorizados com uma inteligência semelhante à dos macacos.
2050
Os computadores actuais têm potência para replicar apenas o sistema nervoso de insectos. Mas até 2050 terão a mesma capacidade intelectual de um ser humano.
IGUALDADE
A geração com cem milhões de instruções por segundo poderá imitar o raciocínio humano e mesmo ultrapassá-lo em 2050.
NOTAS
COMPETIÇÃO - Robocup é uma competição mundial que visa o estudo e desenvolvimento da Inteligência Artificial e da Robótica.D
DONA DE CASA - O robô é capaz de ajudar nas tarefas domésticas.
MÚSICO - A Toyota já desenvolveu um robô que imita o verdadeiro músico.
ESPAÇO - Naves não tripuladas exploram o Sistema Solar de forma mais barata e eficiente. Os astronautas em órbita também não dispensam a ajuda de braços robóticos para recolher satélites avariados.
Mário Gil
quarta-feira, 14 de outubro de 2015
segunda-feira, 12 de outubro de 2015
sábado, 10 de outubro de 2015
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